CORINTHIANS

 Primeiro escudo do S.C Corinthians Paulista

 

HISTÓRIA

1910 A fundação

Às 20h30 do dia 1º de setembro, à luz de um lampião, na esquina das ruas José Paulino e Cônego Martins, no bairro do Bom Retiro, o grupo de operários formado por Anselmo Corrêa, Antônio Pereira, Carlos Silva, Joaquim Ambrósio e Raphael Perrone fundaram o Sport Club Corinthians Paulista. Com mais oito rapazes, foi formada a reunião dos primeiros integrantes e sócio-fundadores do Timão, que teve seu nome inspirado na equipe inglesa Corinthian-Casuals Football Club, que fazia excursão pelo Brasil. O presidente escolhido por eles foi o alfaiate Miguel Battaglia, que, já no primeiro momento, afirmou: “O Corinthians vai ser o time do povo e o povo é quem vai fazer o time”. Um terreno alugado na Rua José Paulino foi aplainado, virou campo e foi lá que, já no dia 14 de setembro, o primeiro treino foi realizado diante de uma plateia entusiasmada, que garantiu: “Este veio para ficar!”.

 

DÉCADA DE 10

1911 Fora de casa

Primeiro jogo do Timão fora da cidade de São Paulo. Na manhã de 17 de setembro, vitória sobre a Ponte Preta em Campinas por 1 a 0.

 

1912 Jogos na várzea

Registro de jogos na várzea cujos resultados não foram encontrados. Os adversários foram Paulista, Concórdia, Botafogo, Minas Gerais, Maranhão e Vila Mariana.

1913 Estreia no Paulista

Pela primeira vez, o Corinthians participou do campeonato da Liga Paulista de Futebol. O Alvinegro terminou em quarto lugar entre cinco equipes.

 

1914 O primeiro título

Em pé; Américo, Peres, Amilcar Barbui, Apparício e Neco; Agachados; Police, Bianco e César Nunes, Santados; Fúlvio, Aristides e Casemiro Gonzáles

 

Campeão Paulista de 1914

Primeiro título do Sport Club Corinthians Paulista. Com 10 vitórias em 10 jogos disputados, o Timão marcou 37 gols e venceu a última partida por 3 a 0, contra o Lusitano, no Parque Antártica. O atacante Neco foi o artilheiro do torneio com 12 gols. O Alvinegro conquistou o Campeonato Paulista com uma rodada de antecedência. No dia 08 de novembro, a equipe derrotou o Campos Elyseos por 4 a 0 e sagrou-se campeã com a seguinte escalação: Aristides, Fúlvio e Casemiro González; Police, Bianco e César Nunes; Américo, Peres, Amílcar, Apparício e Neco.

 

1915 Ano discreto

O Alvinegro deixou a Liga Paulista de Futebol por conta de uma vaga desejada no campeonato da Associação Paulista de Esportes Atléticos, onde jogavam os grandes times da época. Porém, ficou de fora das duas competições.

 

1916 Campeão

Em pé; Plínio, Ciasca, Russo, Aloya, César (Irmão de Neco) e Casemiro Gonzáles; Agachados; Américo, Apparício, Amílcar, Neco e Rogério

 

Campeão Paulista de 1916

De volta ao campeonato da Liga Paulista de Futebol, o Timão foi novamente campeão com 100% de aproveitamento: nove vitórias em nove jogos. Apparício foi o artilheiro do torneio com sete gols.

 

1917 Rivalidades antigas

O Corinthians disputou pela primeira vez o Campeonato Paulista ao lado de seus maiores rivais na época. Terminou em quarto lugar, atrás do Paulistano (campeão), do Palestra Itália (vice) e do Santos (terceiro).

 

1918 O primeiro estádio

 

Ponte Grande

 

Em suas horas de folga, os jogadores alvinegros construíram o gramado do primeiro estádio oficial corinthiano. Nomeado como Ponte Grande, a casa do Timão ficava onde hoje é a Ponte das Bandeiras, na Marginal Tietê.

 

1919 Torneio Início

Campeão do primeiro Torneio Início da história do futebol de São Paulo. No mesmo ano, o Alvinegro conquistou a primeira vitória sobre o Palestra Itália em jogos de campeonato. No Parque Antártica, o ponta-direita Américo marcou o gol que definiu o resultado da partida: 1 a 0.

 

1920 O artilheiro Neco

O Corinthians foi bicampeão do Torneio Início. Com 24 gols, Neco foi novamente o artilheiro do Campeonato Paulista. O ataque alvinegro atingiu a marca de 75 gols em 17 jogos.

 

DÉCADA DE 20

1921 Ficou no quase

No Natal, o Timão precisava vencer o Palestra para ser campeão. O adversário, porém, levou a melhor e tirou o título do Alvinegro.

 

1922 Centenário da Independência

Em pé: Mário, Peres, Amílcar, Rafael, Del Debbio, Gelindo, Neco, Ciasca, Tatu, Gambarotta e Rodriguês

 

Campeão Paulista 1922

O Corinthians foi campeão paulista no ano do Centenário da Independência do Brasil. O jogo, disputado em fevereiro do ano seguinte, terminou em 2 a 0 sobre o Paulistano no campo da Floresta.

 

1923 Bicampeonato Paulista

 Infelizmente não consegui a descrição dos atletas do Corinthians

 

CAMPEÃO PAULISTA DE 1923

Pela primeira vez, o clube foi bicampeão paulista. Líder do turno inicial, o time começou o segundo com seis pontos de vantagem e só precisaria vencer três dos sete jogos restantes para levar o caneco.

 

1924 O primeiro tri

Em pé: Gelindo, Rafael, Rueda, Colombo, Del Debbio, e Ciasca;

  Agachados: Peres, Neco, Pinheiro, Tatu e Rofrigues.

 

Campeão Paulista de 1924

Mantendo a hegemonia no estadual, o Alvinegro conquistou o primeiro tricampeonato paulista. A Revolução Tenentista fez o torneio ser interrompido, mas, na volta, o título foi garantido com uma vitória sobre o Paulistano por 1 a 0.

 

1925 Por pouco

O Timão quase chegou ao tetra. O Paulistano se retirou do campeonato, mas os resultados de seus jogos não foram descontados. Caso tivessem sido, o clube terminaria na frente do campeão A. A. São Bento.

 

1926 Parque São Jorge

O Corinthians comprou o terreno do Parque São Jorge, cujo campo seria reformado e reinaugurado dois anos depois.

 

1927 Ano de participações

A equipe alvinegra não levantou nenhuma taça no ano, mas participou de dois campeonatos paulistas diferentes: o da Liga dos Amadores de Futebol (LAF) e o da Associação Paulista de Esportes Atléticos (Apea).

1928 A Fazendinha

Tuffy, Grané, Apparício, Neco, De Maria, Del Debbio, Gambinha, Mário, Munhoz; Soares e Rato.

 

CAMPEÃO PAULISTA DE 1928

No dia 22 de julho, o Parque São Jorge foi reinaugurado no empate em 2 a 2 contra o América-RJ. Com a ilustre defesa formada por Tuffy, Grané e Del Debbio, o clube voltou a conquistar o Paulista no final do ano.

1929 Mosqueteiro

      

Não consegui a escalação!

 

CAMPEÃO PAULISTA DE 1929

O Alvinegro foi bicampeão do Campeonato Paulista novamente e, dessa vez, com 100% de aproveitamento: sete vitórias em sete jogos. No mesmo ano, a equipe venceu sua primeira partida internacional. Na ocasião, o Corinthians venceu o Barracas (ARG) por 3 a 1 no Parque São Jorge. Apparício, Rato e Rodrigues marcaram os gols da virada. No dia seguinte, o jornalista Thomaz Mazzoni, do impresso A Gazeta, relatou a partida destacando a “fibra de mosqueteiro” demonstrada pelos jogadores. Nesse mesmo ano, a Gazeta criou diversos mascotes aos times e, consequentemente, atribuiu o Mosqueteiro ao Timão.

 

1930 O campeão dos campeões

 

Campeão dos Campeões!

 

 Em 1930, o Timão fechou a década com seis conquistas do Campeonato Paulista em 10 disputados. Foi o segundo tricampeonato alvinegro. Logo depois, o Corinthians venceu o Vasco, campeão carioca, por 3 a 2. Por conta desse resultado, passou a ser chamado de “Campeão dos Campeões”.

 

Em pé; Tuffy, Nerino, Grané, Guimarães; Del Debbio e Munhoz, Agachados: Filó, Neco, Peres, Rato e De Maria

 

Campeão Paulista de 1930

 

DÉCADA DE 30

1931 Venda de estrelas

Devido ao ótimo desempenho do clube, quatro titulares da equipe tricampeã foram vendidos para a Lazio, da Itália. Sem Del Debbio, Filó, Rato e De Maria, o Alvinegro ficou enfraquecido e não passou do sexto lugar no Paulista.

 

1932 Estadual fraco

Com uma campanha discreta, o Corinthians terminou o campeonato estadual em quarto lugar. Em meio à Revolução Constitucionalista, a competição foi disputada em somente um turno, vencido pelo Palestra.

 

1933 Técnico do Uruguai

O Timão contratou seu primeiro técnico de futebol remunerado, o uruguaio Pedro Mazzulo. A campanha no Paulista foi novamente o quarto lugar.

 

1934 O futuro ídolo Teleco

No final do ano, o Corinthians ganhou um grande reforço: Teleco. O centroavante paranaense viria a se tornar um dos maiores artilheiros do clube.

 

1935 Não deu

O Alvinegro brigou pelo título paulista até o fim com os reforços de Jaú, De Maria e Brandão, mas terminou em terceiro lugar. Teleco foi o artilheiro da competição com nove gols.

 

1936 Invicto

Invicto! Durante o ano inteiro, o Corinthians não perdeu nenhum jogo. Foram 28 vitórias e três empates, incluindo as partidas amistosas. O Timão venceu o primeiro turno do Paulista, mas perdeu a final para o Palestra, campeão do returno, já em 1937.

 

1937 Mais um Paulistão

      

José I, Jaú, Brandão, Teleco, Munhoz, Carlito, Carlos, Jango, Daniel, Carlinhos e Filó

 

CAMPEÃO PAULISTA DE 1937

No campeonato estadual daquele ano, o clube do Parque São Jorge levou o caneco. O duelo mais marcante foi o da vitória sobre o Palestra por 1 a 0 na antepenúltima rodada, com gol de Teleco.

 

1938 Nenhuma derrota

 

Barcheta; Jango, Carlos e Tião; Brandão, Sebastião, Lopes, Servílio e Carlito; Carlinhos e Teleco.

 

CAMPEÃO PAULISTA DE 1938

Com gol de Carlito, o alvinegro do Parque São Jorge empatou em 1 a 1 com o São Paulo e levou, de forma invicta, o bicampeonato paulista.

 

1939 É tri!

      

Joel, Jango, Dedão, Sebastião e Brandão; Munhoz, Lopes, Servílio e Teleco, Joane e Carlinhos

 

CAMPEÃO PAULISTA DE 1939

Pela terceira vez, o Coringão conquistou o tricampeonato estadual. Até hoje, nenhum clube venceu mais de três vezes seguidas o Campeonato Paulista.

 

1940 Pacaembu

No dia 28 de abril, o Timão inaugurou o estádio do Pacaembu, vencendo o Atlético-MG por 4 a 2.

 

DÉCADA DE 40

1941 Artilharia e título

      

 

TAÇA DOS CAMPEÕES ESTADUAIS RJXSP 1941

      

Em pé: Jango, Dino, Chico Preto, Brandão, Ciro, Agostinho e o Técnico Del Debbio; Agachados; Tite, Servílio, Teleco, Joane e Milani

 

Campeão Paulista de 1941

Pela quinta vez, Teleco foi artilheiro do Paulistão. O atacante marcou 26 gols e foi um dos grandes nomes da conquista da competição. O Corinthians conquistou o campeonato com duas rodadas de antecedência ao derrotar o Santos por 3 a 2 na Vila Belmiro.

 

1942 Dois campeonatos

Naquele ano, o Timão conquistou dois títulos. O primeiro deles foi a I Taça Cidade de São Paulo, triangular com os três primeiros colocados do Paulista do ano anterior. Logo depois, venceu a Quinela de Ouro, disputada por Corinthians, Palestra, São Paulo, Flamengo e Fluminense.

 

1943 Taça Paulista

Além de ser bicampeão da Taça Paulista, a equipe fez novamente o artilheiro do estadual (Hércules, com 19 gols). Apesar disso, o título ficou com o São Paulo.

 

1944 Torneio Início

Naquele ano, o Timão contratou o zagueiro Domingos da Guia, venceu o Torneio Início e ficou em terceiro lugar no Paulista.

 

1945 O artilheiro Servílio

Apesar de não ter faturado nenhum título, o Coringão novamente foi dono do artilheiro do Paulista: Servílio, com 17 gols.

 

1946 Chegou perto

Mesmo com 18 vitórias e apenas duas derrotas em 20 jogos, o Alvinegro ficou com o segundo lugar no estadual.

 

1947 Sempre na final

O Corinthians levou o título da Taça Cidade de São Paulo e o vice-campeonato no Paulistão.

 

1948 Vitórias internacionais

Além de vencer novamente a Taça Cidade de São Paulo, o clube conquistou grandes vitórias em amistosos internacionais, realizados no Brasil, contra o River Plate (ARG) e o Torino (ITA).

 

1949 Ídolos contratados

Após ficar somente em quinto lugar no Campeonato Paulista, a equipe do Parque São Jorge passou por uma renovação com a contratação de futuros ídolos do time, como Cabeção, Idário, Roberto e Luizinho.

 

1950 O primeiro Rio-São Paulo

 

Em pé: Hélio, Bino, Touguinha, Idário, Nilton e Belfare; Agachados: Cláudio, Luizinho, Baltazar, Nelsinho e Colombo

 

CAMPEÃO DO TORNEIO RIO - SÃO PAULO 1950

Com 20 gols em sete jogos, o Timão conquistou o primeiro Torneio Rio-São Paulo de sua história. O último jogo terminou no empate em 1 a 1 com o Botafogo no Pacaembu. A escalação do duelo foi Bino, Newton e Belfare; Idário, Touguinha e Hélio; Cláudio, Luizinho, Baltazar, Nelsinho e Noronha.

 

DÉCADA DE 50

1951 O ataque dos 100 gols

      

Cabeção, Baltazar, Touguinha, Jackson, Lorena, Murilo, Idário, Carbone, Julião, Luizinho e Cláudio

 

CAMPEÃO PAULISTA DE 1951

Após 10 anos, o Alvinegro foi campeão paulista novamente. O ataque formado por Cláudio, Luizinho, Baltazar, Carbone e Mário fez 103 gols em apenas 30 jogos. No mesmo ano, o Corinthians disputou sua primeira partida fora do Brasil. No Torneio Internacional/Quadrangular de Montevidéu, o clube derrotou o Combinado Uruguaio por 4 a 1 no estádio de Montevidéu.

 

1952 Timão internacional

 

Em pé: Gylmar, Idário, Olavo, Goiano, Homero e Roberto Belangero; Agachados; Cláudio, Luizinho, Baltazar, Rafael e Souzinha

 

CAMPEÃO PAULISTA DE 1952

Baltazar foi o artilheiro do Paulista, com 27 gols, e um dos destaques do bicampeonato. O Timão também fez sua primeira excursão à Europa, com 12 vitórias, três empates e apenas uma derrota em duelos realizados na Suécia, Turquia, Dinamarca e Finlândia.

 

1953 Ano de glórias

 

Em pé: Cabeção, Idário, Olavo, Homero, Goiano, e Roberto Bolangero; Agachados; Cláudio, Luizinho, Carbone, Souzinha e Baltazar

 

CAMPEÃO DO TORNEIO RIO-SÃO PAULO DE 1953

 

 

Em pé; Idário, Goiano, Gylmar, Homero, Olavo e Roberto Belangero, Agachados; Cláudio, Luizinho, Baltazar, Carbone e Simão

 

CAMPEÃO DA PEQUENA TAÇA DO MUNDO DE 1953

O Coringão venceu pela segunda vez o Rio-São Paulo e levou também a Pequena Taça do Mundo, jogando contra Barcelona (ESP), Roma (ITA) e a Seleção de Caracas, na Venezuela.

 

1954 IV Centenário

 

Em pé: Cabeção, Idário, Goiano, Homero, Olavo e Roberto Belangero, Agachados; Cláudio, Luizinho, Paulo e Nardo

 

CAMPEÃO TORNEIO RIO SÃO PAULO DE 1954

O Alvinegro foi campeão de três competições naquele ano. Além de vencer o Torneio Rio-São Paulo e o Torneio Charles Miller, o time levou o caneco do Paulista. Ano do quarto centenário desde a fundação da cidade de São Paulo, o campeonato de 1954 era muito desejado por todos os clubes. O Corinthians o conquistou tendo em seu último jogo a seguinte escalação: Gilmar, Rafael, Goiano, Homero, Idário, Alan, Nonô, Roberto, Simão, Luizinho e Cláudio.

 

1955 Em cima dos lusos

Com uma vitória por 2 a 1 em cima do Benfica (POR) no Pacaembu, o Timão conquistou o Torneio Internacional Charles Miller.

 

1956 Taça dos Invictos

Pela primeira vez, o Corinthians levou a cobiçada Taça dos Invictos, por conta de seus 25 jogos sem derrota no Paulista. Foram 17 vitórias e oito empates. Apesar disso, o Alvinegro terminou o campeonato apenas na terceira posição.

 

1957 Dono definitivo

O Coringão ficou com o segundo lugar no Campeonato Paulista, mas tornou-se dono definitivo da Taça dos Invictos. Foram 35 jogos sem perder na competição, com 25 vitórias e 10 empates.

 

1958 Timão no Mundial

Além de ter vencido o Troféu Charles Miller e o Torneio Brasília, o clube do Parque São Jorge teve grande importância no primeiro título da Seleção Brasileira da Copa do Mundo. Na Suécia, o goleiro Gilmar e o lateral esquerdo Oreco representaram o país e o Corinthians na conquista inédita.

 

1959 Inesquecível

Vicente Matheus foi eleito presidente do Sport Club Corinthians Paulista. Ficou no Timão durante oito mandatos.

 

1960 Sem conquistas

O Timão contratou Almir, o “Pelé Branco”, pela quantia recorde de 8 milhões de cruzeiros. Mas a equipe não foi tão bem no Paulista e ficou somente com o terceiro lugar.

 

DÉCADA DE 60

1961 Campanha fraca

Com uma campanha discreta, o Alvinegro terminou o Paulista na sexta posição.

 

1962 I Taça São Paulo

Naquele ano, o clube foi campeão da I Taça São Paulo, torneio eliminatório envolvendo equipes de todas as divisões de SP.

 

1963 Três comandantes

O Corinthians foi comandado por três técnicos em 1963: Fleitas Solich, Rato e Del Debbio. Porém, foi somente o nono colocado entre os 16 participantes do Paulistão.

 

1964 Luta até o fim

Com a volta do ídolo Luizinho, o Timão lutou pelo título estadual até o fim, mas não levou.

 

1965 Rivellino

Com Rivellino na equipe, o Timão venceu o Torneio Pentagonal do Recife. Além disso, tornou-se o primeiro clube a vestir a camisa da Selecão no exterior, mas saiu derrotado pelo Arsenal por 2 a 0 em Londres.

 

1966 Rio-São Paulo dividido

O Corinthians foi campeão do Torneio Rio-São Paulo ao lado de Botafogo, Santos e Vasco por falta de datas para disputar os desempates. Naquele ano, o clube havia contratado Ditão, Nair e Garrincha, que formavam um time fortíssimo.

 

1967 Não foi longe

Liderou a primeira fase do torneio Robertão, mas não teve bons resultados no quadrangular final.

 

1968 A quebra do tabu

Com gols de Paulo Borges e Flávio, o Coringão venceu o Santos por 2 a 0 e quebrou um tabu de 11 anos sem derrotar a equipe do litoral paulista. Na noite de 06 de março, a equipe alvinegra entrou no Pacaembu com a seguinte escalação: Diogo, Osvaldo Cunha, Ditão, Luís Carlos e Maciel; Édson Cegonha e Rivelino; Buião, Paulo Borges, Flávio e Eduardo.

 

1969 Ano triste

Com o falecimento do lateral Lidu e do ponta Eduardo, o Timão perdeu a liderança do Paulista e não conquistou a competição.

Conquista da primeira Copa São Paulo e Futebol Junior

 

1970 Corinthians é Brasil

Naquele ano, o Corinthians contava com três jogadores da Seleção Brasileira: o goleiro Ado, o meia Rivellino e o lateral Zé Maria. Foi em 70 que o Brasil conquistou o tricampeonato Mundial.

 

DÉCADA DE 70

1971 O primeiro Brasileirão

No primeiro Campeonato Brasileiro da história, o Alvinegro dominou a primeira fase e foi líder, mas não teve um bom desempenho no final da competição.

 

1972 Passou perto

Semifinalista no Brasileiro, o clube perdeu para o Botafogo a chance de decidir o título contra o Palmeiras.

 

1973 Ano discreto

Com o técnico “linha-dura” Yustrich, o time do Parque São Jorge teve uma campanha discreta no Paulista (quarto lugar) e no Brasileiro (12º lugar).

 

1974 Final complicada

O Timão voltou a disputar o título paulista diretamente em um jogo após 17 anos. A derrota para o Palmeiras na decisão resultou na saída de Rivellino para o Fluminense.

 

1975 Desempenho baixo

Basílio e Cesar Maluco foram os reforços da temporada, mas o Alvinegro ficou apenas com o quarto lugar no estadual e em sexto no nacional.

 

1976 Invasão Corinthiana

Calcula-se que cerca de 80 mil corinthianos tenham viajado até o Rio de Janeiro para assistir ao jogo em que o Corinthians empatou com o Fluminense por 1 a 1, ganhou nos pênaltis (4 a 1) e classificou-se para a decisão do Campeonato Brasileiro de 1976 contra o Internacional. É, até hoje, um dos maiores deslocamentos pacíficos do homem no mundo.

 

1977 Fim do Jejum

Depois de 22 anos, oito meses e sete dias, o Corinthians era novamente campeão paulista. O gol foi marcado por Basílio na final do Campeonato Paulista na vitória por 1 a 0 sobre a Ponte Preta, realizada no Morumbi no dia 13 de outubro. Quatro dias antes, o estádio registrou seu maior público: 146.072 pessoas acompanharam um dos jogos da final entre as equipes. O Timão terminou a competição com 72 gols marcados em 48 partidas. No time do técnico Oswaldo Brandão, o artilheiro do torneio foi Geraldão, com 25 gols.

 

1978 Chegada de ídolos

Já com Sócrates, Amaral e Biro-Biro, o Alvinegro ganhou o primeiro turno do Campeonato Paulista, mas não se consagrou campeão.

 

 

 

1979 Mais um Paulistão

A decisão do Paulista foi disputada no ano seguinte, tendo o Corinthians como vencedor. Na semifinal, o clube do Parque São Jorge bateu o rival Palmeiras, considerado o melhor time do torneio.

 

1980 Bateu na trave

O Timão tinha tudo para levar o bicampeonato estadual, mas perdeu as semifinais do returno para a Ponte Preta.

 

DÉCADA DE 80

1981 Campanha ruim

O Alvinegro não realizou boas campanhas no Paulista e no Brasileiro. O oitavo lugar no estadual levaram a equipe a disputar a Taça de Prata.

 

1982 Democracia Corinthiana

Embalado pelos ideais da Democracia Corinthiana, o Timão foi campeão paulista naquele ano. O movimento visava maior participação dos jogadores e demais empregados do clube nas decisões do Departamento de Futebol. Durou até 1985 e contou com um grupo de jogadores talentosos e únicos, como Sócrates, Casagrande, Zenon, Biro-Biro, Zé Maria e Wladimir, entre outros.

 

1983 Goleada histórica

Depois de 30 anos, a equipe do Parque São Jorge foi bicampeã paulista novamente. Assim como no ano anterior, o clube venceu o São Paulo: 1 a 0 no primeiro jogo e 1 a 1 no segundo. Ainda em 83, o Corinthians aplicou a maior goleada de todos os tempos no Campeonato Brasileiro: 10 a 1 no Tiradentes-PI.

 

1984 Sócrates na Europa

O tri paulista escapou na última rodada com a derrota para o Santos por 1 a 0. Sócrates foi vendido para a Fiorentina (ITA).

 

1985 Não brilharam

Apesar de ter montado um time considerado excelente, a temporada não foi boa para o Corinthians, que não chegou às semifinais nem no Brasileiro nem no Paulista.

 

1986 Rivalidade maior

O Timão chegou às semifinais do Paulista, mas não passou do Palmeiras. No nacional, foi até as quartas.

 

1987 Campanha memorável

No Campeonato Paulista, o Corinthians saiu da penúltima colocação no primeiro turno para um histórico vice-campeonato.

 

1988 O 20º Paulistão

 

 Biro Biro, Denilson, Viola, Márcio, Ronaldo, Dida, Édson, João Paulo, Paulinho Carioca, Éverton e Marcelo


 

No ano do centenário da abolição da escravatura, Viola marcou na prorrogação, garantiu a vitória alvinegra sobre o Guarani por 1 a 0 e o 20º título paulista do clube.

 

1989 Neto neles!

O Corinthians não conquistou nenhum título, mas contratou o futuro ídolo Neto naquele ano.

 

1990 Campeão Brasileiro

No dia 16 de dezembro, o Timão levantou o troféu de campeão brasileiro pela primeira vez na história. Com 23 gols marcados em 25 partidas, a equipe do técnico Nelsinho Baptista venceu o São Paulo por 1 a 0 no último jogo, realizado no Morumbi. Neto marcou nove dos 23 gols, cinco em venenosas cobranças de falta. A escalação do time no dia da grande final foi: Ronaldo, Giba, Marcelo, Guinei e Jacenir; Márcio, Wilson Mano e Tupãzinho; Neto, Fabinho e Mauro.

 

DÉCADA DE 90

1991 Vice-campeão

O Corinthians voltou a disputar a Libertadores depois de 14 anos, mas caiu nas oitavas de final diante do Boca Juniors (ARG). No Paulistão, ficou com o vice-campeonato.

 

1992 Desempenho médio

O Alvinegro ficou com a terceira posição no estadual e com o quinto lugar no Brasileiro.

 

1993 Fora da final

No Campeonato Brasileiro, mesmo tendo perdido somente para o Vitória, em Salvador, o time ficou de fora da decisão.

 

1994 Troféu Bandeirantes

A equipe do Parque São Jorge conquistou o Troféu Bandeirantes em cima do Santos, que garantiu vaga na Copa do Brasil do ano seguinte.

 

1995 Campeão de tudo

Em um ano espetacular, o Corinthians foi campeão da Copa São Paulo de Juniores, do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil. Nesse último, o Alvinegro venceu oito das 10 partidas disputadas. Os jogos da final foram disputados com o Grêmio. Tanto no Pacaembu quanto no Olímpico, vitórias corinthianas: 2 a 1 em casa e 1 a 0 em Porto Alegre.

 

1996 Até na Espanha

A equipe do Parque São Jorge faturou o troféu Ramón de Carranza, disputado em Cádiz, na Espanha.

 

1997 O rei do estadual

Com jogadores como Antônio Carlos, Túlio e Donizete, o Alvinegro venceu mais um Paulista.

 

1998 O Brasil é alvinegro

Após os empates em 2 a 2 e 1 a 1 nos primeiros jogos, o Timão venceu o Cruzeiro por 2 a 0 na última partida com gols de Edílson e Marcelinho Carioca, sagrando-se bicampeão Brasileiro. No dia 23 de dezembro, a escalação da equipe foi: Nei, Índio, Batata, Gamarra e Silvinho; Ricardinho, Vampeta, Rincón e Marcelinho; Edílson e Mirandinha. A equipe de Vanderlei Luxemburgo marcou 57 gols em 32 duelos, sendo que 19 deles foram do artilheiro Marcelinho Carioca.

 

1999 Dono do país de novo

O Corinthians levou mais um Paulista e, pelo segundo ano consecutivo, o Brasileiro. Como havia acontecido no ano anterior, o Alvinegro dominou o nacional de ponta a ponta em 1999. Os resultados dos três jogos finais foram: Atlético-MG 3 x 2 Corinthians, Corinthians 2 x 0 Atlético-MG e Corinthians 0 x 0 Atlético-MG. A escalação na última partida foi: Dida, Índio, Márcio Costa, João Carlos e Kléber; Gilmar, Rincón, Vampeta e Ricardinho; Edílson e Marcelinho. Dessa vez, o técnico era Oswaldo de Oliveira. Luizão marcou 21 dos 61 gols que o Alvinegro fez durante as 29 rodadas.

 

2000 O primeiro Mundial

O primeiro título mundial de clubes reconhecido pela Fifa veio com uma vitória nos pênaltis contra o Vasco depois do empate sem gols no tempo normal. A escalação da final foi: Dida, Índio, Adílson, Fábio Luciano e Kléber; Rincón, Vampeta, Ricardinho e Marcelinho; Edílson e Luizão. O Alvinegro fez seis gols em quatro jogos disputados. O segundo tento de Edílson no empate em 2 a 2 contra o Real Madrid é considerado um dos mais marcantes da história corinthiana.


NOVO MILÉNIO

2001 Gol inesquecível

O Coringão faturou mais uma vez o título do Campeonato Paulista. Porém, a cena que vai ficar marcada para sempre na memória da Fiel é o gol de Ricardinho contra o Santos na semifinal. Nos últimos segundos do jogo decisivo, o meia fez 2 a 1 para o Alvinegro e garantiu a equipe na final.

 

2002 Ano fantástico

Sob o comando do técnico Carlos Alberto Parreira, o Timão teve um ano glorioso. No dia 12 de maio, foi campeão do Rio-São Paulo em cima do tricolor paulista com a vitória por 3 a 2 na primeira partida da final e com o empate em 1 a 1 no segundo jogo. Três dias depois, o Corinthians levantou mais um troféu. Contra o Brasiliense, o Alvinegro faturou a Copa do Brasil pela segunda vez. No duelo de ida, 2 a 1 para o time paulista. Já na volta, a partida terminou com um gol para cada equipe.

 

2003 Título sobre o rival

Com duas vitórias por 3 a 2 sobre o São Paulo, o Coringão levou o Campeonato Paulista mais uma vez. Rogério, Fábio Luciano e Gil marcaram no primeiro duelo. Na partida final, Liédson e Jorge Wágner (2) balançaram as redes para delírio da Fiel. O clube também aplicou uma goleada histórica naquele ano: 6 a 1 em cima do Paysandu pelo Brasileirão.

 

2004 Preparação para o tetra

O Timão teve uma campanha discreta no Brasileiro, ficando apenas com o quinto lugar.

 

2005 Campeão galático

Com um elenco de estrelas, o Corinthians conquistou o tetracampeonato brasileiro. Sob o comando do atacante argentino Carlitos Tevez, que marcou 20 gols no torneio, o clube venceu 24 partidas e empatou nove, mesmo número de derrotas. Um dos duelos mais memoráveis foi o 7 a 1 em cima do rival Santos. A equipe do técnico Antônio Lopes marcou 87 gols e sofreu 29. A escalação da última partida foi: Fábio Costa, Marinho, Wendel, Coelho e Gustavo Nery; Marcelo Mattos, Rosinei, Bruno Octávio e Carlos Alberto; Nilmar e Tevez. O argentino ainda foi eleito o melhor jogador da competição.

 

2006 Campanha fraca

Com o desmanche do elenco, o Alvinegro foi mal no Brasileiro e se esforçou para continuar na série A.

 

2007 O pior episódio da história

No pior ano da história do clube, o Timão foi rebaixado para a série B do Campeonato Brasileiro.

 

2008 O Coringão voltou!

Sob a liderança do técnico Mano Menezes, o Corinthians teve uma ótima campanha na série B e conquistou o título com quatro rodadas de antecedência. Foram 79 gols marcados em 38 duelos. A última partida foi realizada no Pacaembu, com vitória corinthiana por 3 a 2 sobre o Avaí. Os atacantes Dentinho e Herrera foram os artilheiros da equipe, com 14 gols cada.

 

2009 Ano fenomenal

Um dos maiores ídolos do futebol de todos os tempos foi o principal nome daquele ano no Corinthians. Ronaldo, o Fenômeno, marcou o gol mais bonito de sua carreira no primeiro jogo da final do Paulistão contra o Santos. Com a vitória por 3 a 1, bastou um empate em 1 a 1 na volta para o Alvinegro levar o caneco de forma invicta. Dois meses depois, em julho, o Timão venceu o Internacional em casa por 2 a 0 no primeiro duelo da final da Copa do Brasil. Em Porto Alegre, o resultado de 2 a 2 garantiu mais um título ao Coringão.

 

2010 Centenário Corinthiano

Apesar de não ter levado nenhum título em 2010, o ano foi de muita festa para a Fiel Torcida por conta do Centenário Corinthiano. No dia 1º de setembro, mais de 100 mil loucos do bando lotaram o Anhangabaú para as comemorações de aniversário do Timão. Em novembro, Ronaldo Fenômeno marcou o último gol de sua carreira como profissional. De pênalti, o eterno camisa 9 fez o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Cruzeiro.

 

DÉCADA DE 10 DO NOVO MILÉNIO

2011 Pentacampeonato brasileiro

Em um empate sem gols contra o seu maior rival, o Timão conquistou, pela quinta vez, o Campeonato Brasileiro. A campanha do Alvinegro foi de 21 vitórias, oito empates e nove derrotas. A equipe de 2011 ficou conhecida pela regularidade dentro e fora de casa, além de uma excelente defesa. Liédson foi o artilheiro corinthiano com 12 gols. A escalação no último jogo foi: Júlio César, Alessandro, Paulo André, Leandro Castán e Fábio Santos; Wallace, Paulinho e Alex; Willian, Jorge Henrique e Liédson. No mesmo ano, o estádio do Corinthians, em construção, foi nomeado oficialmente a sede da abertura da Copa do Mundo 2014.

 

2012 O ano inesquecível!

Pela primeira vez na história, o Corinthians foi campeão da Libertadores. E, para ser perfeito, de forma invicta! Foram 22 gols marcados e apenas quatro sofridos em oito vitórias e seis empates. O atacante Emerson marcou os gols da vitória por 2 a 0 contra o Boca Juniors (ARG) no jogo de volta da grande final. A escalação da partida foi: Cássio, Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Alex; Jorge Henrique e Emerson. O gol de cabeça Paulinho contra o Vasco, que levou o Corinthians às semifinais da Libertadores, já é considerado por muitos o mais marcante da história do clube. Além disso, o Timão conquistou a Copinha também de forma invicta e teve um atleta medalhista olímpico em Londres. O nadador Thiago Pereira ficou com a prata nos 400m medley. Em dezembro, o Bando de Loucos invadiu o Japão e viu o Corinthians conquistar o Mundial de Clubes da Fifa pela segunda vez. Guerrero marcou de cabeça e garantiu o título contra o Chelsea no ano que se tornou inesquecível para a Fiel Torcida.

 

2013

Após um ano inesquecível, o Timão conquistou mais dois títulos em 2013. O primeiro foi contra o rival Santos. Pelo Paulistão, o Corinthians venceu a primeira partida da final por 2 a 1, no Pacaembu, e empatou o segundo jogo em 1 a 1, na Vila Belmiro, levantando a taça pela 27ª e mantendo o título de maior campeão estadual de SP. Em julho, o Alvinegro enfrentou o São Paulo nas finais da Recopa Sul-Americana. Com gols de Guerrero e Renato Augusto, a equipe do Parque São Jorge venceu o primeiro duelo por 2 a 1, fora de casa. No confronto final, Romarinho e Danilo garantiram a conquista corinthiana com a vitória de 2 a 0.

 

2014

Comandado pelo técnico Mano Menezes, o Corinthians embalou na segunda metade da temporada e terminou o Brasileirão daquele ano na 4ª colocação, garantindo classificação para a Copa Libertadores do ano seguinte. No dia 19 de maio, em partida entre Corinthians e Figueirense, pelo Campeonato Brasileiro, aconteceu a inauguração da Arena Corinthians, casa da fiel desde então.

 

2015

Com a volta do técnico Tite, o Corinthians conquistou o sexto título brasileiro de sua história. Com 81 pontos conquistados, o Timão teve a melhor campanha da história do Campeonato Brasileiro em pontos corridos com 20 clubes. Foram 24 vitórias, nove empates e cinco derrotas, melhor ataque (71), melhor defesa (31), melhor equipe mandante e melhor visitante. O título foi confirmado em partida contra o Vasco, em São Januário, válida pela 35ª rodada. Vagner Love marcou o gol do empate em 1 a 1 que deu a taça ao Corinthians. Na rodada seguinte, na Arena Corinthians, a equipe corinthiana goleou o rival São Paulo por 6 a 1 no jogo da entrega da taça.

 

2016

O Corinthians teve um campanha discreta no Campeonato Brasileiro, terminando na sétima colocação. No meio do ano, a Arena Corinthians recebeu jogos do torneio de futebol dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

 

2017

Na primeira temporada de Fábio Carille como treinador corinthiano, o Timão conquistou o 28º título paulista e o 7º Brasileirão de sua história. Apontado como uma das equipes mais frágeis entre os grandes no início da temporada, o Timão venceu o torneio estadual após o eliminar o São Paulo nas semifinais e bater a Ponte Preta na decisão. No Brasileirão, o Corinthians deu continuidade ao grande momento da equipe e alcançou a segunda maior série invicta da história do clube. Foram 34 jogos sem perder num intervalo de tempo de cinco meses: do 19 de março a 19 de agosto. No fim do ano, o Corinthians confirmou o título do Brasileirão em vitória sobre o Fluminense, na Arena Corinthians.

 

2018

Na atual temporada, o Corinthians voltou a conquistar o bicampeonato paulista após 35 anos. Na final, o Timão bateu o arquirrival Palmeiras, em pleno Allianz Parque.

 

2019

Este ano, o Timão voltou a ser tricampeão paulista, após 80 anos (o último Tri havia sido em 1937, 1938 e 1939). Na decisão, o Alvinegro venceu o São Paulo, na Arena Corinthians, e levantou o seu 30º campeonato estadual.

2020

 

DÉCADA DE 20 DO NOVO MILÉNIO

2021 

2022

2023

2024

2025 - Final do Paulistão!

Este ano, o Coringão voltou a disputar uma final, após 5 anos. No primeiro jogo de ida na casa do Palmeiras, o Timão venceu por 1x0 o seu maior rival. Segundo jogo Corinthians 0x0 Palmeiras.

Corinthians Campeão Paulista 2025

Campeão da Copa do Brasil!

2026 – Campeão da Supercopa do Brasil

 

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ARTILHARIA

 

300 GOLS
1º Claúdio -  306 gols 
200 GOLS
2º Baltazar - 270 gols 
3º Teleco - 257 gols 
4º Neco - 242 gols (Lenda)
5º Marcelinho Carioca - 202 gols (Pé de Anjo)
6º Servílio - 200 gols 
100 GOLS
7° Luizinho - 174 gols (Pequeno Polegar)
8º Sócrates - 172 gols (Doutor)
9º Flávio - 170 gols 
10º Paulo - 147 gols 
11º Rivelino - 144 gols (Reizinho do Parque)
12º Carbone - 142 gols
13º Zague - 128 gols
14º Rafael - 110 gols
15º Vaguinho - 110 gols
16º Viola - 105 gols
17º Casagrande - 101 gols
90 GOLS
18º Milani - 99 gols
19º Silva - 95 gols
20º Gambinha - 94 gols
21º Amílcar - 93 gols
22º De Maria - 92 gols
23º Geraldão - 91 gols
80 GOLS
24º Yuri Alberto - 82 gols (Em atividade) 51 na Arena
25º Gambarotta - 82 gols
26º Neto - 80 gols (Xodó da Fiel)
70 GOLS
27º Luizão - 76 gols
28º Biro Biro - 75 gols
29° Tales - 70 gols
60 GOLS
30º Ney - 69 gols
31º Romero - 67 gols  (43 na Arena)
32° Rato - 67 gols
33º Apparício - 66 gols
34º Ricardinho - 66 gols
35º Hércules - 65 gols
36º Carlinhos - 65 gols
37º Jô - 65 gols
38º Tatu - 62 gols
39º Paulo Borges - 62 gols
40º Zenon - 60 gols
50 GOLS
41º Manoelzinho - 58 gols
42º Ruy - 58 gols
43º Gil - 57 gols
44º Edílson Capetinha - 55 gols
45º Dentinho - 55 gols
46º Guerrero - 54 gols
47º Índio - 53 gols
48º Bataglia - 53 gols
49º Tupãzinho - 52 gols (Talismã da Fiel)
50º Edmar - 51 gols
51º Joaquinzinho - 50 gols
52º Liedson - 50 gols
53º Benê - 50 gols
54º Mirandinha I - 50 gols
55º Jadson - 50 gols
40 GOLS
56º Grané - 49 gols (Zagueiro Artilheiro)
57º Mirandinha II - 47 gols (Carrasco Palmeirense)
58º Carlos Tévez - 46 gols
59º Roger Guedes - 43 gols
60º Palhinha - 43 gols
61º Chicão - 42 gols (Zagueiro Artilheiro)
62º Filó - 41 gols
63º Elias - 41 gols
64º Paulinho - 40 gols
30 GOLS
65 - Carlito - 39 gols
66 - Nelsinho - 39 gols
67 - Fernando Baiano - 38 gols
68 - Lance - 38 gols
69 - Deivid - 37 gols
70 - Lima - 36 gols
71 - Noronha - 36 gols
72 - Nardo - 36 gols
73 - Lopes - 36 gols
74 - Guimarães - 36 gols
75 - Marques - 36 gols
76 - Rogério - 36 gols
77 - João Paulo - 36 gols
78 - Jackson - 35 gols
79 - Ronaldo Fenômeno - 35 gols
80 - Rodriguinho - 35 gols
81 - Danilo - 35 gols (Zidanilo)
82 - Dinei - 34 gols
83 - Romeu - 34 gols
84 - Wilson Mano - 34 gols
85 - Lima - 33 gols
86 - Colombo - 32 gols
87 - Joane - 32 gols
88 - Dino Sani - 32 gols
89 - Souza - 32 gols
90 - Fábio Santos - 32 gols
91 - Wladimir - 32 gols
92 - Mamede - 31 gols
93 - Nilmar - 31 gols
94 - Jerônimo - 31 gols
95 - Tite - 30 gols
96 - Eduardinho - 30 gols
97 - Jorge Henrique - 30 gols
98 - Renato Augusto - 30 gols
20 GOLS
99 - Américo - 29 gols
100 - Apparício - 29 gols
101 - Vagner Love - 29 gols
102 - Emérson Sheik - 28 gols (Sr. Libertadores)
10 GOLS
103 - Memphis Depay - 20 gols (Em atividade)
104 - Garro - 14 Gols (Em atividade)
105 - Rincón - 11 Gols (Eterno Capitão)
106 - Ezequiel - 11 Gols

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TÍTULOS
HONRARIA
Triplice Coroa Internacional 2013
Fita Azul Internacional 1952
Campeão dos Campeões 1929
Taça dos Invictos 1956, 1957, 1988, 1990 e 2009
MUNDIAL
Copa do Mundo de Clubes da Fifa 2012
Campeonato Mundial de Clubes da Fifa 2000
INTERCONTINENTAL
Pequena Taça do Mundo 1953
Taça das Nações 1985
CONTINENTAL
Copa Libertadores da América 2012
Recopa Sul-Americana 2013
Troféu dos Campeões 1986
NACIONAL
Campeonato Brasileiro 1990, 1998, 1999, 2005, 2011, 2015 e 2017
Copa do Brasil 1995, 2002, 2009 e 2025
Supercopa do Brasil 1991 e 2026
Torneio do Povo 1971
Campeonato Brasileiro da Série B 2008
REGIONAL
Taça dos Campeões Estaduais RJxSP 1929 e 1941
Torneio Rio-São Paulo 1950, 1953, 1954, 1966 e 2002
ESTADUAL
Copa Paulista 1962
Copa Bandeirantes 1994
Torneio Laudo Natel 1973
Copa Competência 1922, 1923 e 1924
Campeonato Paulista
1914, 1916, 1922, 1923, 1924, 1928, 1929, 1930, 1937, 1938, 1939, 1941, 1951, 1952, 1954, 1977, 1979, 1982, 1983, 1988, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003, 2009, 2013, 2017, 2018, 2019 e 2025
MUNICIPAL
Taça Piratininga 1968
Taça Cidade de São Paulo 1942, 1943, 1947, 1948 e 1952
 
FUTEBOL SUB-20
NACIONAL
Copa São Paulo de Futebol Junior
1969, 1970, 1995, 1999, 2004, 2005, 2009, 2012, 2015, 2017 e 2024
Campeonato Brasileiro Sub-20 2014
Taça Belo Horizonte de Futebol Junior 2015
ESTADUAL
Campeonato Paulista Sub-20
1957, 1959, 1967, 1971, 1972, 1974, 1997, 2014 e 2015
 
Última atualização em 20.5.2026

 

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